Leituras e Livros (críticas de livros)

 
 


































 

 



 

 

 
 



 












 































































































































Catarina Valada        Nº8        8ºB


Título: A Lua de Joana
Autor: Maria Teresa Maia Gonzalez
Editora: Verbo
Coleção: O Clube das Chaves
Edição: 1ª Edição
Data: Outubro de 1994

            Joana era uma adolescente que vivia rodeada dos seus pensamentos e tristezas. A sua família não lhe ligava muito, pelo que se refugiava em Marta, sua melhor amiga e irmã de Diogo. Ela era a sua única confidente até vir a falecer devido ao consumo de drogas.
            Após o acontecimento trágico, Joana começou a escrever cartas à sua falecida amiga com o intuito de manter viva a sua memória e desabafava com a sua avó que, de entre todos os seus parentes, ainda era quem lhe dava mais atenção.
            A avó viria também a falecer e a partir daí, Joana perdeu a alegria de viver. Mudou bastante a sua maneira de ser e estar e passou a relacionar-se com Diogo e Rita, que se revelaram péssimas companhias com o tempo. Joana, na tentativa de ajudar Diogo a deixar o mundo das drogas, acabou por entrar nele também. Após recorrerem a apoio médico, apenas Diogo conseguiu recuperar, tendo Joana o mesmo fim da sua amiga Marta…
            Este livro apresenta uma história que acontece um pouco por todo o mundo, infelizmente! Mostra que ao darmo-nos com as pessoas erradas podemos estragar a nossa vida.
            A frase que mais me marcou e que, no meu entender, melhor contribui para despertar o interesse pela leitura da obra é: “Talvez seja ainda mais estranho escrever-te, mas é uma forma de manter viva a tua memória, pelo menos até entender o que se passou contigo; pelo menos até conseguir perdoar-te…”, porque retrata o estado de espírito da personagem após a morte da amiga e que a levou a ir por maus caminhos desde essa altura.
            Recomendo a sua leitura porque revela realidades perigosas para as quais os jovens dos nossos dias devem estar tentos.

Tiago Lopes, Nº20 - 7ºA












O livro que li intitula-se ``As lições de uma princesa´´. A sua autora chama-se Meg Cabot. Este livro tem a capacidade de ensinar as meninas mais novas a serem verdadeiras princesas.
Mia é a menina que “fala” no livro e que apresenta um conjunto de lições, aprendidas com a sua avó, para todas as meninas que sonham ser princesas um dia. Ela e a sua avó Clarisse falam de como se comportar à mesa, a postura e de como falar diretamente com as pessoas, sejam amigos ou pais. Além disso tudo, conta também a importância de cuidar do cabelo e da aparência.
Eu achei que este livro é fantástico para as meninas de qualquer idade, pois elas poderiam aprender a ser umas verdadeiras princesas, a estar e a comportarem-se de forma elegante e a serem muito bonitas como princesas reais.                                                

Daniela Quaresma   7º D nº 3
__________________________
O livro “O Diário de um Banana” foi escrito por Jeff Kinney e editado pela V&R. Neste livro, acompanhamos as férias de um rapaz.
O Gregory entrou de férias de Verão e passou metade delas num clube de piscina que pertence ao seu amigo Rowley. Passado um tempo, ele passou a ir com a mãe à piscina Municipal da sua rua. A certa altura, o seu irmão Manny deu muitas chatices, pois portava-se mal. E o irmão Rodrick andou no centro das atenções quando nasceu. Quando as férias de verão estavam prestes a terminar, Gregory voltou a falar com o seu amigo Rowley e entraram num clube de leitura. O Gregory encontrou por lá um velho amigo seu e decidiu passar o resto das férias na casa dele, até a escola recomeçar. Desde aí, foi uma grande aventura, não só pelas suas brincadeiras de miúdos, como também pelas suas recordações antigas.
Na minha opinião, o livro foi um pouco aventureiro. Gostei muito, principalmente no momento em que ele encontra o seu velho amigo e resolve passar em sua casa o resto das férias. Desde aí, foi mais divertido conhecer as suas brincadeiras.

DANIEL BALTAZAR  Nº5  7ºG
  ______________________

O livro que escolhi para ler foi “A Lua de Joana”, da escritora Maria Teresa Maia Gonzalez, da Editoral Verbo, coleção Jovem. É um livro muito interessante, que todos os adolescentes deveriam ler.
Trata-se de uma adolescente de catorze anos, Joana, que perdeu a sua melhor amiga, Marta, devido a uma overdose. Joana começa a escrever cartas à sua amiga Marta, construindo uma espécie de diário, onde lhe conta o seu dia-a-dia.
No meio do quarto, Joana tinha um baloiço em forma de lua. Quando queria pensar metia-o em quarto crescente, quando estava triste rodava-o para quarto minguante. A sua família não lhe dava atenção, exceto a sua avó Ju. Assim, com a morte de Marta e da avó Ju, Joana baixou as notas.
Como continuava a visitar a casa da sua amiga, torna-se namorada de Diogo, irmão de Marta, que começa a andar com as mesmas companhias que a sua falecida irmã. Tal como Diogo, Joana também começa a consumir droga e acaba por falecer, como a amiga.
Adorei ler este livro! A sua história não é bonita, nem tem um final feliz… muitas vezes chorei e fiquei desiludida com as atitudes de Joana, mas estava sempre curiosa e queria sempre ler mais...
Esta história chama a atenção para os problemas da vida de uma adolescente um pouco mais velha que eu, que a levaram a cair no mundo que ela própria detestava, o mundo da droga. Quem lê este livro certamente percebe a sua mensagem de alerta contra as drogas.
Em suma, devemos ser fortes e tentar resolver os problemas que nos aparecem ao longo da nossa vida. Por vezes o caminho mais fácil, não é o mais seguro!

Leonor Velez, 8ºD
  __________________________________

 Por ter-me sido aconselhado e parecer-me interessante, escolhi o livro de sucesso “A Lua de Joana” de Maria Teresa Maia Gonzalez, da editora Verbo.
O livro é construído com páginas de diário, escritas por Joana, uma menina de 14 anos que escreve para a sua melhor amiga Marta, que faleceu devido a uma overdose.
 Ao longo da história, Joana vai tendo problemas com a sua família e com os seus amigos, que lhe causam um grande sofrimento, pois o seu pai passa a maior parte do tempo a trabalhar, a sua mãe só pensa na imagem que a sua família transmite e a sua avó paterna, que é o seu grande apoio, morre.
 O irmão de Marta, o Diogo, é também um grande amigo de Joana, com quem ela viverá uma paixão. Nesta relação, Joana toma muitas decisões erradas que a conduzem ao mesmo fim que a sua amiga Marta.
 Na minha opinião, esta história é muito interessante, pois revela como é a vida de uma adolescente e os problemas que tem. Acho que a autora devia ter optado por outro tipo de texto, por exemplo pequenos textos em prosa onde uma narradora contasse como foi o dia de Joana, pois a Marta faleceu e a Joana escreve para ela falando só de si própria, a que a faz parecer egoísta. Apesar disso, a história é muito boa!
 Gostei também muito da forma como a autora acaba a história: com um enigma que nos deixa muito que pensar!

Maria João Albino   8ºD Nº13
_______________________________

O livro que li foi “ O Rapaz do Pijama às Riscas”, de John Boyne. Tem 176 páginas e foi editado pelas Edições Asa, na coleção Romance Jovem.
Esta obra conta a história de um menino chamado Bruno, de nove anos, que vivia em Berlim numa casa luxuosa. Mas, por razões profissionais do seu pai, Bruno teve de deixar toda a sua vida nessa cidade e ir viver para Auschwitz numa casa mais pequena, delimitada por uma vedação.
Bruno não tinha ninguém com quem brincar, até ter encontrado Shmuel, um menino da sua idade que vivia do outro lado da vedação, e que, tal como todas as pessoas da vedação, usava um pijama às riscas. Foi passando o tempo e os dois rapazes tornaram-se grandes amigos. Até que um dia Bruno decidiu passar para o outro lado da vedação,e, nesse mesmo dia, acabou por morrer como muitos judeus, incluindo Shmuel.
     Eu gostei de ler, pois é um livro muito emotivo e comovente, não só pela morte de Bruno, como também pela discriminação que os Alemães faziam ao judeus injustamente. Achei engraçado o rapaz não conseguir dizer bem algumas palavras como Auschwitz (Acho- Vil) e Fuhrer (Fúria). Uma das coisas que mais me marcou foi a morte do Bruno.
Este livro faz-nos concluir que por mais diferentes que sejamos não podemos julgar os outros pela sua cor ou religião, pois somos todos humanos e todos devíamos ter os mesmos direitos.

Raquel Soares 8ºD Nº19
___________________________________________







___________________________________

“Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” é o terceiro livro da coleção “Harry Potter”. Nesta história, Harry enfrenta de novo o seu passado e vai descobrindo mais sobre os seus pais que foram assassinados por Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado (Voldemort). E agora terá de enfrentar um dos seus servos, mas Sirius não é o que aparenta ser…
Harry pensava que as suas férias de verão com os Dursleys não podiam piorar mas a poucas semanas do regresso à escola recebe a notícia de que a detestável tia Marge o ia visitar… Num ato de loucura, Harry deixa a casa dos tios e foge. “Mas fugir para onde?” pensava ele. Antes de fugir, o feiticeiro “insuflou” a sua tia com os seus poderes mágicos. Mas assim quebrou uma regra muito importante da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogworts: não usar magia fora do recinto escolar! Portanto, Harry pensava que ia ser expulso e que dali em diante iria levar uma vida de fugitivo. Mas esse não era o seu maior problema. Sirius Black, um dos fiéis servidores de Lord Voldemort, o Senhor das Trevas, tinha fugido de Azkaban, a prisão-forte dos feiticeiros e queria matar Harry Potter. Irá Harry safar-se no seu terceiro ano em Hogwarts?

Achei este livro bastante interessante. O modo como descrevem todos os cenários, personagens e objetos é espantoso. Gostei também de como a comida que descrevem no livro me fez água na boca e de como os “Dementors” (criaturas cegas que sugam toda a alegria das pessoas e as fazem reviver os piores momentos das suas vidas e que guardam Azkaban) me faziam sentir como as personagens da história se sentem. O que eu não gostei muito foram as aulas de Poções com Snape. Sempre que lia um episódio desses, apetecia-me esmigalhar tal criatura, se não fosse apenas uma personagem fictícia. Por fim, o livro foi um dos melhores que já li e J. K. Rowling, a autora da coleção, é um génio literário.

Catarina Valada, 7ºE, nº 7
______________________
“A Melodia do Adeus” é um livro escrito por Nicholas Sparks e traduzido para português por Marsely, de Marco Martins Dantas. Publicado pela editora Nova Conceito, este livro vendeu mais de 3,4 milhões de cópias nos Estados Unidos, em apenas 6 meses. Para além do livro, esta história existe também em filme, sendo as personagens principais interpretadas por Miley Cyrus (Ronnie), Liam Hemsworth (Will) e Greg Kinnear (Steve).

O livro fala de uma rapariga, Ronnie, que é obrigada a passar o verão com o seu pai, Steve, em conjunto com o seu irmão, Jonah, a mando da sua mãe, Kim. Ronnie sofreu muito com a separação dos pais e passou a ser rude e rebelde. Ronnie e Steve partilhavam o dom da música. Para além de seu pai, Steve era também seu professor de música. Desde a partida do seu pai para Geórgia que Ronnie não toca piano. Enquanto está em casa do pai, Ronnie apaixona-se por Will, com o qual partilha o gosto por animais e juntos salvam tartarugas em vias de extinção. Com o passar do tempo, Ronnie volta a tornar-se doce, sobretudo ao saber que o pai sofre de uma doença grave, mesmo sendo incurável. Kim, no final do verão, leva Jonah para casa e Ronnie fica com o pai. Uma noite, Ronnie consegue acabar a música do pai. Steve ouve-a antes de morrer. No final, Ronnie tem um grande apoio de Will e ficam juntos.

Gostei bastante do livro. Decidi ler este livro, pois já tinha visto o filme e achei bastante interessante. Gostei mais do livro do que do filme, apesar de o livro ter algumas palavras difíceis e “caras”. Não sou muito de romances, mas gostei deste livro. No início da leitura, achei aborrecido, mas ao longo da leitura a minha curiosidade e interesse foi aumentando, por isso, recomendo o livro. 

Marta Bárbolo, nº 18, 7ºE
___________________

           O livro que eu escolhi foi o «Senhor do Caos», de Steve Jackson e Ian Livingstone. Este livro fala de um senhor do caos, pervertido por séculos de mal, que, obviamente, pretende dominar o planeta Titan.

Eu sou o herói e vou aceitar a demanda para parar o senhor do caos, enquanto ele vai tentar unir as forças do mal e do caos e mergulhar o planeta Titan numa idade das trevas. Terei de encontrar a arma que, eventualmente, irá derrotar o senhor do caos.

Pessoalmente, gosto imenso do livro, porque eu é que sou a personagem principal. Posso controlar o que acontece na história, fazendo-o com apenas um lápis, uma borracha e dois dados. Neste livro, eu sou o herói, o que é um aspeto de que gosto mesmo neste livro. É como um jogo de RPG (role playing game), um jogo de cos-play.

Adoro o livro!

Hugo Lúcio, 9ºD, nº11
___________

Este período decidi optar por ler um dos vários romances escritos por Judy Blume, “Irmãs de Verão”, da editora ASA. Escolhi este livro, pois já mo tinham recomendado e chamou-me bastante a atenção pelos assuntos interessantes que abordava.

Este livro narra a história de duas raparigas, Caitlin Somers e Victoria Leonard, que se conheceram quando ainda tinham apenas doze anos. Caitlin é a típica rapariga popular e Victoria era como se fosse invisível. Mas, como dizem, os opostos atraem-se e Caitlin convida Victoria para passar o verão em Martha’s Vineyard, na casa dela. E quem diria que iriam passar muitos mais verões juntas?


Ao longo da história, vamos acompanhando a adolescência de ambas as raparigas e abordar vários assuntos tais como as amizades, a sexualidade, os primeiros amores, a escola, o trabalho e como eles as influenciam. A sua amizade cresce com elas, até à idade adulta. Apesar dos caminhos distintos e personalidades ainda mais diferentes, elas mantêm-se em contacto e vão-se cruzando ao longo das suas vidas.


Ao ler este livro, dá perfeitamente para traçar um perfil de Victoria e de Caitlin, assim como de estatuto social e mentalidade das famílias de ambas as raparigas. Não posso deixar de salientar o processo de construção da história deste livro, em que os acontecimentos são narrados em retrospetiva, relatando-se o que acontece até ao momento da história que nos é revelado no início do livro.


Adorei ler este livro e gostei imenso do facto de nele se falar nas primeiras descobertas, primeiros amores e primeiras incertezas, pois é disso que a adolescência é feita, das primeiras experiências. Assim pude ver de que forma ambas as raparigas se adaptaram às novas experiências e também como a sua amizade ia crescendo com isso. O que menos me agradou, durante a leitura deste livro, foram as interrupções das outras personagens na narrativa. Achei desnecessário, pois a certa altura torna-se um pouco aborrecido. Tirando isso, é um livro delicioso e prende-nos de forma a ficarmos ansiosos pelo que vem a seguir.



Lurdes Pereira, 9ºE, nº14


_____________________




“Menina Rica, Menina Pobre” conta uma história surpreendente e misteriosa! Este livro foi escrito por Joana Rees e publicado pelas Edições ASA. É o que eu chamo um GRANDE livro, não só pelo número de páginas que apresenta, como também pela maneira como é escrito!


Thea e Romy são duas irmãs separadas à nascença, para tráfico de crianças. Um simples atirar de uma moeda ao ar defeniu as suas vidas! Enquanto que Thea, no principio da história, tinha uma vida feliz nos braços da família Maddox, que era riquissima, Romy vivia num orfanato onde as crianças eram maltratadas e as raparigas eram violadas. Romy, tão farta que estava de viver naquele ambiente horrível, arranjara um plano para fugir. No dia em que o ia pôr em prática, a sua melhor amiga foi violada e enquanto Romy a tentava ajudar, sem querer, matou um dos rapazes e pôs o orfanato a arder. Nessa noite ela conseguiu fugir… mas não foi nada fácil, uma vez que estava muito escuro, frio e além disso ela tinha a polícia atrás de si. A partir desse dia, a sua vida começou a melhorar!


É impressionante como uma rapariga de apenas nove anos, não só consegue fugir de um orfanato muitíssimo bem protegido, como também consegue esconder-se na bagageira de um avião, para mudar de país. É claro, que teve várias ajudas, mas mesmo assim é espantoso!


Não sei se repararam que quando falei na Thea eu disse que só “no princípio da história” é que ela tinha uma vida muito feliz e facilitada! Sim, é verdade! Quando a sua “mãe” morreu, o seu “pai” encontrou outra mulher, de quem gostava, mas tanto ela como o seu filho só se queriam apoderar da fortuna dos Maddox. Brett, “meio-irmão” dela, fez com que a empresa Maddox ficasse nas suas mãos e, por isso, Thea teve de lutar pelas suas posses. Além disso, ela tinha de viver com o medo de ser, pela terceira vez, violada por ele.


Ao longo da história, Romy vai-se tornando conhecida e o mais engraçado é que tanto ela como a irmã sabem, pelas revistas, que uma e outra existem, mas nem sonham que são irmãs!


No final, as vidas de Thea e de Romy vão-se cruzar devido a uma tragédia, em que elas se vão ter de ajudar mutuamente e é aí que ficam a saber toda a verdade sobre os seus passados! É também no final da história que é revelado o grau de parentesco entre o traficante de crianças e as duas irmãs! Então, mas, afinal, o raptor pertencia à familia de Thea e de Romy? E qual foi a tragédia que as juntou? Suspense…


Não tenho palavras para descrever o quanto adorei o livro, pois conta uma história misteriosa, em que nunca se sabe o que vai acontecer a seguir e, na minha opinião, os GRANDES livros são aqueles que fazem com que as pessoas queiram ficar até ao fim do história. E é o caso de “Menina Rica, Menina Pobre” !!




Inês Coelho, 9ºE, nº 12
_______________


O livro de Luís Sepúlveda intitulado “O velho que lia romances de amor”, da editora Asa, cativou-me especialmente pelo título e fez despertar em mim um grande interesse para o ler.


Esta é, essencialmente, uma história que demonstra o tipo de vida que as pessoas levavam antigamente, pois fala da época em que ainda se vivia no meio da floresta, e em que se tinha de ter bastante cuidado com os animais ferozes. O velho, que desde sempre vivia na floresta, começou a sentir os tempos de mudança. Começou a aparecer um dentista com regularidade na aldeia, o velho travou amizade com ele ao ponto de o dentista lhe trazer sempre um livro cujo tema era sempre igual, um romance de amor. Ao longo da história, surge um grave problema para a comunidade onde o velho vive; todos tentam resolver esse problema mas ninguém conseguirá, apenas o velho. No fim, o velho resolve o problema de uma maneira muito inesperada, que o chocou a ele e também a mim como leitora. A inveja humana deu origem a um fim trágico. A personagem sentiu-se bastante triste, pois, por causa da estupidez de uns, ele acabou por fazer o que não queria. Com isto concluo que o ser humano tem que aprender a partilhar o mundo com os animais, se não o mais provável é o fim de muitas espécies.


Por fim, acho que este livro vem criticar as barbaridades que o ser humano tem vindo a fazer e que nem tudo tem sempre um final feliz, como nos romances de amor do velho. Apesar da difícil leitura devido ao uso de palavras antigas e excêntricas, achei um livro magnífico! O autor teve uma grande imaginação, que no fim resultou lindamente.



Maria Inês Santos, Nº 15, 9ºE
_________________

“Atenção! Sou um adolescente” é um livro indicado para os adolescentes, que foi escrito por Luísa Ducla Soares, publicado pela editora Civilização Editora.
Este livro fala-nos de um adolescente, chamado Gonçalo, que tem a vida muito parecida com alguns rapazes de agora. O Gonçalo odeia ser adolescente, pois o cabelo está sempre oleoso, tem muitas borbulhas na cara e ainda tem que estudar muito (uma coisa de que ele ao princípio não gostava).
Com este livro, podemos ver que nem sempre aquilo que fazemos é o mais correto, como por exemplo, plantar droga em casa do seu avô, gozar com os colegas e fumar, pois pode tornar-se um vício; e ainda nos fala nos perigos da internet, e no código morse.
Se gostaste e se queres descobrir mais sobre este livro,… terás que o ler!
Eu adorei este livro e aconselho todos os adolescentes a lerem, e até mesmo para aqueles que não gostam de ler, porque é interessante e super fixe.

Mariana Madureira, 9ºE, Nº16
_____________________ 

O livro que eu li foi “As Gémeas voltam ao colégio de Santa Clara”, de Enid Blyton, da Editora Leya e pertence à coleção “As Gémeas”.

Este livro dá-nos a conhecer duas gémeas adolescentes (Isabel e Patrícia O’Sullivan) que frequentam o segundo período, no colégio interno de Santa Clara. Durante este período, acontecem vários episódios nas vidas destas gémeas: fazem novas amizades (Catarina Gregory, Célia Naylor, Margarida Fenworthy e Lúcia Oriell); pregam várias partidas à professora de francês, a Mademoiselle; jogam partidas de ténis e lacrosse; preparam festas noturnas com as amigas; descobrem segredos; estudam para os exames e ajudam amigas a fazerem pazes com a família.

Na minha opinião, este livro é emocionante, divertido e interessante, pois tem muitas reviravoltas inesperadas. Além disso, há sempre certos pormenores que nos fazem querer ler sempre mais e mais.

Beatriz Henriques, 7G, Nº 2
___________________

A obra que eu li tem como título “O velho e o Mar”, o autor do livro é Ernest Hemingway, o ilustrador Bernardo Marques, a editora é livros do Brasil e o tradutor Jorge de Sena.
Este livro conta a história de um velho, chamado Santiago, que já não pescava há 84 dias. Ficou sozinho após 40 dias, pois o rapaz, seu amigo, que andava com ele à pesca teve de ir para outro barco, porque os pais achavam que o velho já não estava apto para aquele trabalho. O rapaz foi para outro barco e logo no seu primeiro dia apanhou três belos peixes, mas mesmo não estando à pesca com o velho não deixou de o incentivar que ia conseguir um belo e grande peixe, revelando assim um sentimento de grande amizade, porque foi o único que não desistiu dele quando todos ou outros o tinham feito.
Certo dia, o velho, depois de uma grande luta, conseguiu finalmente, apanhar um espadarte enorme. O peixe, de tão grande que era e de tanta luta que deu, puxou o barquinho de Santiago em direção ao alto-mar. Depois de conseguir apanhar o peixe e ao tentar regressar a terra, o velho deparou-se apenas com a espinha do peixe. O rapaz ficou aliviado por o velho estar vivo.
A moral desta história é que o poder da amizade, a convicção e a esperança podem-nos tornar muito fortes. Apesar de, no final, o velho ter ficado sem o peixe ainda aproveitou o sabor da curta vitória.
Na minha opinião, o texto, por vezes, torna-se confuso, mas com mais umas leituras percebe-se. Mesmo assim gostei do livro, porque tem uma boa moral, principalmente nos dias que correm, de que não se deve desistir e ter esperança que melhores dias virão.
     
 Inês Relvas, Nº13,  9ºD
____________________

            O livro de que vou falar é o Dietas e Borbulhas, da coleção “Profissão Adolescente”, de Maria Teresa Maia Gonzalez.
Este livro fala da vida de uma rapariga que se chama Catarina, tem cerca de 15 anos e adora comer. Como consequência, começa a engordar. E deixa de comer, por achar que, por isso, os rapazes não olham para ela. Já a sua irmã mais nova, Sara, com cerca de 12 anos é um sucesso com os rapazes e tira notas excelentes na escola. Catarina acha que é por a irmã ser super-alta e super-magra que os rapazes olham para ela e até fazem fila.
Ao longo da história, Catarina vai começar a confiar no psicólogo a quem vai contar tudo o que se passa e desabafar sem ser gozada. Sempre que sai das consultas para ir para casa, passa pela pastelaria ao lado do consultório do psicólogo onde não resiste à tentação de entrar, e comer uma bola de Berlim que dá para ver através da montra. Quando já tinha confiança em si, decidiu ir ao centro comercial para comprar umas calças novas. Entrou numa loja onde tinha visto umas giríssimas e dirigiu-se à empregada e pediu o tamanho 36, que nem com muito esforço lhe servia. Catarina comprou-as na mesma com esperança que a avó as pudesse alargar.
No fim da história, Catarina aceita-se e faz as pazes com a irmã.
Em suma, gostei muito do livro, porque isto acontece com muitos adolescentes que têm medo de serem julgadas, gozadas não serem aceites e isso tudo acaba por ser como uma bola de neve que deita muito abaixo a sua confiança, também gostei deste livro porque consegui “sentir” as emoções da Catarina como se estivesse no lugar dela.
Embora o texto, no fim, faça desejar que fosse uma narrativa fechada. Acho que, do ponto de vista da escritora, ela opta pelas narrativas abertas para nós podermos dar o final (triste ou feliz) que quisermos à história.

Joana Custódio, 9ºD, Nº15
____________________

     O nome do livro que li este período é “O mistério do ladrão invisível”, da escritora Enid Blyton. Foi publicado pela primeira vez em 1950 pela editora “Hodder and Stoughton” e a edição portuguesa foi publicada em Junho de 2012 pela editora “Oficina do livro”.

     Este livro fala sobre cinco amigos, o Frederico, o Luís, a Guida, a Bé e o Filipe, que em conjunto com o seu cão, o Pet, resolvem o mistério do ladrão invisível. Ocorreram três roubos e em todos eles existiam pistas em comum, como uma estranha marca arredondada, pegadas e marcas de luvas enormes e bem visíveis. Nunca ninguém via o ladrão, apesar dos roubos serem em plena luz do dia e com gente em casa. Eles investigaram várias pistas e descobriram onde o ladrão poderia ter arranjado as botas enormes, mas elas tinham sido roubadas. Estavam todos tristíssimos e o Filipe decidiu pregar-lhes uma partida, descalçou os seus sapatos e calçou uns maiores dando a entender que era gigante, o que acabou por desvendar o mistério. O Frederico, que era o mais esperto, juntou as peças todas do “puzzle” e descobriu que o ladrão era o padeiro.


     Eu gostei deste livro, porque é um livro de mistério e tem crimes, apesar de serem só roubos. Este tipo de livro chama-me sempre a atenção porque sou uma grande fã de séries policiais. 

Sofia Mendes, 9º B, Nº
________________


O livro que escolhi é um drama intitulado “Não Digas Nada À Mamã”, da editora Asa. Esta obra é baseada numa história verídica que todos os leitores desejariam que não fosse, escrita na primeira pessoa pela própria Toni Maguire, uma mulher cheia de coragem e que revela ao mundo o seu terrível segredo, vivido entre os seis e os dezasseis anos.
Esta conta a sua história, já numa fase adulta, enquanto está no hospital à cabeceira da sua mãe, às portas da morte devido a um cancro. Toni começa por relembrar os momentos mais felizes da sua infância, enquanto o seu pai estava no exército. Porém, estes momentos acabaram quando o seu pai regressou e se mudaram para a Irlanda do Norte, onde a sua infância desapareceu e deu lugar a um enorme pesadelo assombroso.
Durante os anos seguintes, Toni foi vítima de agressão, intimidação e violação por parte do pai, desprezo e parcialidade por parte da mãe e preconceito por parte de colegas da escola e professores, pelo seu aspeto pouco cuidado, e até por parte dos familiares quando engravidou do seu pai. A partir desta obra podemos perceber que, ao longo dos anos, as sociedades vão evoluindo, pois é muito pouco provável que, nos dias de hoje, Toni fosse alvo de críticas por ter engravidado do pai, sendo acusada de tê-lo seduzido, quando na verdade, sofria maus-tratos, tanto físicos como psicológicos.
Uma pessoa como o pai da Toni é, sem dúvida, um monstro sem sentimentos, com um desejo carnal pela filha, usando-a apenas como um objecto para satisfazer os seus prazeres através do sofrimento que lhe causava e descarregando a fúria que sentia nesta. Sem dúvida, este é um exemplo de uma pessoa com distúrbios mentais. O seu primeiro ato obsceno realizou-se quando Toni tinha apenas cinco anos, beijando-a na boca e dizendo-lhe “Não digas nada à mamã, este é o nosso segredo”, uma expressão que viria a usar muito frequentemente daqui para a frente. Como era de esperar, Toni contou à mãe o sucedido, pensando que encontraria auxílio, compaixão e proteção por parte dela. Todavia, em vez disso, obteve como resposta “Nunca mais fales disso ouviste? Nunca mais”. Toni obedeceu à mãe, tornando-se assim uma menina carente, só e incompreendida.
Conseguimos perceber que em determinados momentos a mãe de Toni se apercebia que algo entre a filha e o seu marido estava errado, por exemplo, quando iam dar passeios sozinhos. Contudo, esta mulher continuava cega pelo amor, acabando por compactuar com os atos monstruosos do seu marido. Não consigo entender, também, como é que esta mulher, passados tantos anos e já às portas da morte, não pede perdão à sua filha, por não a ter protegido quando esta mais precisava, continuando com a sua ilusão de família feliz e perfeita até morrer.
Desde os seis anos de Toni até aos catorze anos, o seu pai continuava a violá-la, até o pior acontecer. Quando esta engravida, é obrigada a fazer um aborto e, apesar do pai ser preso, todos o apoiam, virando as costas à pequena Toni, incluindo a sua mãe, deixando-a passar por um processo tão duro sozinha.
“Não Digas Nada À Mamã” é uma história emocionante e atrativa, que faz com que desejemos saber sempre mais. E é um excelente instrumento de avaliação das mentalidades e dos seus progressos. Além disso, este livro pode tornar-se numa força de inspiração para pessoas que passem pelo mesmo. Porém, é uma obra difícil de ler, inclusive interrompi a minha leitura várias vezes, principalmente quando me apercebia que iria começar o inferno para a pequena Toni.
Admiro muito as pessoas como Toni, pois conseguiu levantar a cabeça e seguir em frente, deixando os fantasmas que a atormentavam no sítio a que pertenciam, ao passado. Recomendo este livro por gostar de livros que retratem histórias verídicas, apesar de, por vezes, transmitirem realidades muito duras.
Adriana Mendes, nº1, 9ºE
_____________________



O livro que li intitula-se “O Diário de Anne Frank”- versão definitiva, escrita pela própria, da editora Livros
do Brasil. 
Trata-se do relato da vida de uma família judaica, durante a segunda guerra mundial.
Inicialmente, esta família vivia na Alemanha, mas teve de fugir para a Holanda, após a tomada do poder pelos nazis. Aqui estiveram escondidos num anexo, dois anos.
Neste período, Anne Frank escreveu um diário onde conta o seu dia-a-dia e o da sua família, naquele esconderijo.
A meses de terminar a guerra, esta família foi descoberta pelos nazis e levada para campos de concentração.
Acabaram todos por falecer, exceto Otto Frank, pai de Anne Frank. Após terminar a guerra, este empenhou-se em concretizar o desejo da filha, que foi a publicação do Diário e partilha da mensagem do mesmo por todo o mundo.
Gostei muito de ler este livro, apesar de não ser propriamente uma história feliz! A maneira como foi escrito é engraçada e simples, visto que é um diário feito por uma menina da minha idade! Admiro muito a Anne, gosto muito da sua personalidade e identifico-me com ela em diversos aspetos.
Este livro conta-nos uma história real e eu gosto de histórias reais.
“O Diário de Anne Frank” ajudou-me a entender melhor a infeliz realidade em que vivemos, a perceber que, seja como for, nunca devemos desistir e temos que lutar pela nossa sobrevivência, tal como a família Frank tentou.
Camila Sêrro

Nº5 7ºE
____________________



“Harry Potter e os Talismãs da Morte” é o sétimo e último livro da colecção mais famosa de J.K. Rowling. É a uma história repleta de enigmas, aventura, mortes inexplicáveis, segredos desvendados e, claro, aquele toquezinho de magia que torna estes livros tão especiais.
O livro, basicamente, fala da perigosa viagem, quase impossível, do trio Harry, Ron e Hermione na busca dos Horcruxes de Voldemort, que são misteriosos objectos que guardam pedaços da alma de um feiticeiro quando despedaçada, tornando-o quase imortal. Quando Dumbledore morreu, Harry Potter, o Rapaz que Sobreviveu, o Eleito teve que continuar a sua jornada. Foi-lhe confiada a missão de destruir todos os Horcruxes de Lord Voldemort e acabar com o feiticeiro mais cruel de todos os tempos. Mas o plano que Dumbledore deixou a Harry tinha bastantes lacunas e o jovem feiticeiro começava a duvidar. Pensava Dumbledore que Harry tinha miolos suficientes para decifrar o plano? Ou estaria apenas a mandar um pobre adolescente para o matadouro?
Mas o confronto entre Harry e Voldemort aproximava-se, o rapaz conseguia senti-lo. Podia demorar dias, meses, anos…. Mas estava para acontecer uma batalha que ficaria para a história. “Nenhum pode viver enquanto o outro sobreviver”. Nunca dois feiticeiros haviam estado ligados dessa forma tão misteriosa. Mais vidas eram ceifadas, a hora estava a chegar… Será que Harry consegue vencer o mais poderoso e mais malvado feiticeiro de que há memória? O Rapaz que Sobreviveu aquela fatídica noite de 31 de Outubro de 1981 consegue acabar com o sofrimento do Mundo Mágico? Será?
Depois de ler este livro, sinto que me aventurei numa viagem sem regresso possível. Como se este universo fantástico existisse mesmo e eu fosse receber a qualquer momento a carta de admissão para a Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. Não tenho palavras para descrever o realismo com que J.K. escreveu este livro. A obra foi espantosa, no seu todo; realmente, o melhor livro que alguma vez já li. Mas a minha parte favorita foi a Batalha de Hogwarts. Foi triste e foi o momento em que houve mais perdas, tal como a morte de Fred Weasley, um dos irmão de Ron – que foi totalmente desnecessária – mas nem isso fez mudar a minha opinião. Por outro lado, houve uma parte que eu achei bastante comovente e foi, certamente, a que menos gostei. Foi a parte da morte de Dobby, o elfo doméstico que Harry libertou no livro “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”. Foi sem sombra de dúvidas a parte que eu achei mais triste em todo o livro. Ao menos o pobre elfo morreu dignamente, a salvar Harry e os seus amigos, algo que Dobby não perdia tempo a pensar se realmente faria ou não. Morreu por alguém que adorava e isso é um acto de pura nobreza, sinal de coragem. Para finalizar, esta obra foi considerada – e devidamente – como a melhor de toda a colecção “Harry Potter” pelo público, pela crítica e, depois de ler o livro, por mim também. Esta colecção pode ter chegado ao fim, mas J.K. conseguiu cobrir o mundo Muggle (humanos não mágicos) da sua magia, talvez para sempre.

___________________

O livro "A menina que fazia nevar" foi escrito por Grace McCleen e publicado pela editora "Editorial Presença". Esta é a primeira edição em português, sendo traduzida pela Maria João freire de Andrade e só foi publicado este ano, em Janeiro. 
O livro fala de uma menina, Judith McPherson, de dez anos que vive com o pai numa pequena cidade do Reino Unido. Entre o bullying na escola e  a relação distante com o pai, que é um homem de grande dedicação religiosa, acaba por passar os seus dias sozinha. Graças à sua grande criatividade, construiu no seu quarto um mundo miniatura, a Terra de Leite e Mel.
 "Onde os outros veem inutilidades, ela vê possibilidades". afirma a escritora, pois a pequena Judith acaba por descobrir que consegue fazer milagres e também conversar com Deus. Tudo o que faz no seu pequeno mundo miniatura, reflete-se na realidade. Passa grande parte do seu tempo a avisar as pessoas do fim do mundo e que só as pessoas com fé vão para o paraíso, até que chega o momento em que tudo acontece...
Gostei bastante do livro. Tem uma leitura fácil, cativante, incentiva a fé e é uma leitura bastante interessante.

Marta Bártolo, 7ºE
___________________



Sem comentários: